terça-feira, 23 de março de 2010

Andando por ai encontrei um textinho muito interessate sobre musica no site http://tayfreitass.spaces.live.com/blog/cns!6D3F783ABD903C4A!763.entry aproveitem, ate mais!

One, Two, Three, Four......
"É fato que tudo tem um fim, mas será que para o rock and roll há um fim? O rock surgiu com a mistura da música country dos brancos nortes americano e o jazz dos negros africanos. Adolescentes entediados com suas vidas no pós-guerra encontraram nas ondas do rádio algo totalmente diferente daquilo que existia. Aquele som que não deixava ninguém parado fez com que surgisse uma atitude que era contra os valores da época.
Elvis Presley foi um dos primeiros que ao rebolar na frente da TV escandalizou os grupos conservadores da sociedade. Elvis de Pélvis não imaginava que estava entrando para a história. Jerry Lee Lewis, Chuck Berry, Johnny Cash fizeram a mistura da música caipira americana e o rock que nascia. Essa mistura encontrou varias barreiras para se estabelecer, mas com isso só reafirmava a atitude contrária a tudo q existia.
Nos anos 60 com o mundo dividido entre capitalistas e comunistas, desigualdade entre brancos e negros mudaram a visão de mundo dentro da música. Bob Dylan é o nome que inaugurou essa mudança com sua música folk. O Woodstock mostrou ao mundo que as flores e o rock seriam uma alternativa para as guerras entre os paises. Jimi Hendrix, The Who, Jefferson Airplane e outros levaram mais de meio milhão de pessoas a cantarem pela paz. Na Inglaterra os Beatles levaram milhares de meninas ao delírio com “I Wanna Hold Your Hand”. A banda mais conhecida do mundo foi se transformando a cada disco lançado e também entraram na onda de paz. “The Times They Are A-Changin'” uma música que sintetiza essa década.
Anos 70 Beatles acaba, os hippies já não eram mais hippies, o mundo ainda dividido. Talvez fosse melhor não ir contra os valores e aceitar todo tipo de opressão dos lideres de governos. O Brasil na ditadura. A Tropicália deixaria seu recado na cultura. Nos bares de Londres e New York bandas independentes cantavam as angustias dos adolescentes. As roupas rasgada, de couro, cabelo moicano mostrava a juventude revoltada. Três acordes bastavam para por na musica as injustiças sociais. Sex Pistols queria q deus salvasse a rainha e os Ramones Hey Oh Lets Go!
O rock sempre tem seus altos e baixos, mas nos anos 80 as pistas de dança dominaram o cenário. A disco music fazia os jovens dançarem e o rock ficou um pouco de lado, mas continuava no underground. O mundo foi se democratizando e a musica também. O pop se interessava pelas massas e não se importava com a qualidade do som. Madonna e Michael Jackson descobriram que a aparência valeria mais. A música eletrônica ganha espaço, o ritmo sucessivo se encontra nas pistas com luzes e uma galera longe dos acontecimentos políticos.
A banda Nirvana, no começo dos anos 90, fez ressurgir o rock. O estilo grunge com calças rasgadas e blusas xadrez juntou-se com o punk de garagem. Mas com um tiro na cabeça fez tudo ou quase tudo perder a identidade. Estamos no século XXI e está tudo muito relativo, sem sentido, as ideologias para um mundo melhor se foi com a música. Não sobrou nada ou quase nada. Estamos conformados ou não com a situação, já não tomamos partidos de nada, é cada um por si. A música perde e quem ainda preza por uma boa música “garimpa” nos clássicos ou encontra nas bandas alternativas de hoje elementos que retomam os grupos antigos. "
PS: blog de cara nova, espero que tenham gostado.

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