Esta semana recebi uma carta, sim, uma carta, daquelas que chegam pelos correios, de papel e caneta e alguns anexos. Engraçado, pois eu realmente não esperava uma carta, e ela chegou inesperadamente debaixo de uma chuva torrencial, tive que pedir uma ajuda do meu super secador de cabelo, usar uma grande fita durex para remendar os pedaços partidos e por fim uma boa luz pra decifrar as letras quase sumidas por causa de todo esse processo.
É interessante como, por mais que a tecnologia avance, certas coisas são insubstituíveis. A emoção de receber uma carta, com o seu nome escrito nela, ver o remetente (oh! que surpresa!). Abrir o envelope delicadamente (creio ser mais fácil quando tudo está seco) tirar a carta de dentro, abri-la com toda a expectativa. E ao final de sua leitura poder ler novamente, sem acreditar no que lê, por ser bom ou ruim demais!
É muito significativo pensar que alguém se deu ao trabalho de pegar um pedaço de papel, rabiscar algumas palavras, botar dentro de um envelope, lembrar de seu endereço, ir ate o correio, pagar alguns trocados e torcer para que esse simples ato não se extravie pelo caminho. É muito mais trabalhoso que apenas clicar em “escrever” e “enviar” e com certeza bem menos emocionante do que clicar em “abrir”.
Mas não falo apenas do ato de mandar e receber a carta física, a carta em si implica em muito mais, apenas uma carta pode traduzir sentimentos e emoções, alegrias e tristezas, afinal “algumas coisas são melhores no papel.”
É interessante como, por mais que a tecnologia avance, certas coisas são insubstituíveis. A emoção de receber uma carta, com o seu nome escrito nela, ver o remetente (oh! que surpresa!). Abrir o envelope delicadamente (creio ser mais fácil quando tudo está seco) tirar a carta de dentro, abri-la com toda a expectativa. E ao final de sua leitura poder ler novamente, sem acreditar no que lê, por ser bom ou ruim demais!
É muito significativo pensar que alguém se deu ao trabalho de pegar um pedaço de papel, rabiscar algumas palavras, botar dentro de um envelope, lembrar de seu endereço, ir ate o correio, pagar alguns trocados e torcer para que esse simples ato não se extravie pelo caminho. É muito mais trabalhoso que apenas clicar em “escrever” e “enviar” e com certeza bem menos emocionante do que clicar em “abrir”.
Mas não falo apenas do ato de mandar e receber a carta física, a carta em si implica em muito mais, apenas uma carta pode traduzir sentimentos e emoções, alegrias e tristezas, afinal “algumas coisas são melhores no papel.”
eu recebi uma carta assim de alguém né, Rúbia? haha
ResponderExcluirÉ, realmente achei que ela tinha se estraviado com todos esses feriados (e com a chuva), que bom que não foi o caso.
ResponderExcluirPena que eu não tinha nada util pra contar, na proxima eu melhoro... ;D