quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Carta

Esta semana recebi uma carta, sim, uma carta, daquelas que chegam pelos correios, de papel e caneta e alguns anexos. Engraçado, pois eu realmente não esperava uma carta, e ela chegou inesperadamente debaixo de uma chuva torrencial, tive que pedir uma ajuda do meu super secador de cabelo, usar uma grande fita durex para remendar os pedaços partidos e por fim uma boa luz pra decifrar as letras quase sumidas por causa de todo esse processo.
É interessante como, por mais que a tecnologia avance, certas coisas são insubstituíveis. A emoção de receber uma carta, com o seu nome escrito nela, ver o remetente (oh! que surpresa!). Abrir o envelope delicadamente (creio ser mais fácil quando tudo está seco) tirar a carta de dentro, abri-la com toda a expectativa. E ao final de sua leitura poder ler novamente, sem acreditar no que lê, por ser bom ou ruim demais!
É muito significativo pensar que alguém se deu ao trabalho de pegar um pedaço de papel, rabiscar algumas palavras, botar dentro de um envelope, lembrar de seu endereço, ir ate o correio, pagar alguns trocados e torcer para que esse simples ato não se extravie pelo caminho. É muito mais trabalhoso que apenas clicar em “escrever” e “enviar” e com certeza bem menos emocionante do que clicar em “abrir”.
Mas não falo apenas do ato de mandar e receber a carta física, a carta em si implica em muito mais, apenas uma carta pode traduzir sentimentos e emoções, alegrias e tristezas, afinal “algumas coisas são melhores no papel.”

2 comentários:

  1. eu recebi uma carta assim de alguém né, Rúbia? haha

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  2. É, realmente achei que ela tinha se estraviado com todos esses feriados (e com a chuva), que bom que não foi o caso.

    Pena que eu não tinha nada util pra contar, na proxima eu melhoro... ;D

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